Aiden - Michê e Ladrão, Londres - UK

Nome: Aiden 
Idade: 25 anos
Local de Nascimento: Dublin - Irlanda
Local Onde Reside: Londres – Reino Unido
Religião: Festa!
Crença: O mundo é dos espertos.
Reencarnação: Mistério.
Função: Michê de luxo e delinquente nas horas vagas.
Descrição Física: Ruivo, cabelo curto, liso, bonitão, olhos azuis, pele rosada, sardinhas no rosto. 1,85m. Tem o tipo físico ágil, flexível e em forma.
Personalidade: Safado, esperto, carismático, sedutor. É o melhor amigo ever, mas o pior inimigo que você pode arranjar. Não para quieto, quer coisas boas e não vê problema em se aproveitar da distração alheia para conseguir o que deseja. Tem lá seu lado digno, decente e bom, mas isso foi enterrado em anos de problemas, desilusões e uma infância e adolescência problemáticas. Quando se apega alguém, um amigo, é leal e fiel e faz de tudo pela pessoa.
Relacionamentos: com quem pagar o suficiente.
Filhos: --
Habilidades: Roubos (de carteira a carros, passado por peças de luxo e tudo mais), sedução, mentira e enganação, jogos de azar, marketing, planejamento, vender coisas, carisma.
Pontos Fortes: roubo, manipulação, sedução, corrida/fuga, sexo, apostas, beber.
Pontos Fracos: relacionamentos fixos, coisas que envolvam sentimentos, pensar demais, planejamento a longo prazo, ficar longe de problemas, curiosidade.
História: Pouco sabe do seu pai, só que era um cara que um dia apareceu e da mesma forma sumiu. Mas seu romance com a mãe dos gêmeos foi tão intensa que causou sérios danos na mulher. Ela, que já não era lá muito equilibrada, se enfiou em coisas ilícitas. Foi uma mãe ausente, e nos momentos que não estava longe, era simplesmente uma péssima mãe.
A assistência social levou os garotos embora quando tinham 5 anos e desde então pularam de orfanato para casas adotivas, não conseguindo se adaptar direito em lugar algum.
Curiosamente ambos eram pequenos prodígios escolares e isso era bem visto... mas não o suficiente para mantê-los fora de encrencas ou de más companhias.
Ao fazerem 16 anos, os gêmeos se separaram. Enquanto Liam começou a endireitar sua vida, Aiden foi caindo cada vez mais numa zona de aventuras e problemas. Aceitou a oportunidade de virar michê em Londres e com o tempo pagou sua saída da máfia (“para focar nos novos negócios”), mas querendo ou não, vez ou outra algo brilhante chama sua atenção e ele precisa ter...
Está sempre ligando ou mandando e-mails para seu irmão, porque, mesmo não admitindo, sente falta de pessoas realmente amigas ao seu redor.
Deus Pai: Hermes
Cast: modelo ruivo sensual.
Jogadora: Taty

Aina - Historiadora, São Paulo - SP

Nome: Aina.
Idade: 25 anos.
Local do Nascimento: Atenas – Grécia.
Local onde Reside: São Paulo – São Paulo.
Religião: Politeísta.
Crença: Devota cega de Athena. Acredita, não... Sabe da existência de Deuses antigos. No entanto, Athena é, normalmente, aquela a quem Aina buscará consolo, ajuda e iluminação.
Tem todo um respeito por alguns tantos dos outros Deuses.
Aina pratica rituais de cunho religioso particulares de sua família.
Reencarnação?: Pallas, amazona que serviu por um tempo como braço direito a Penthesilea (filha de Ares e rainha amazona).
Função: Historiadora. Trabalha como curadora/arqueóloga de museu (em treinamento).
Descrição Física: 1,78m, com o corpo definido e ágil. Cabelo castanho, levemente ondulado, comprido até pouco antes da metade das costas. Olhos azuis claros, intensos, sérios e focados. É bem bonita, mas se tem noção disso ou se importa, não demonstra. Não costuma ser vaidosa e sempre utiliza roupas prezando conforto e praticidade, não apelo físico. Tem três furos em cada orelha (usa brincos mais discretos e argolas pequenas).
Personalidade: Uma jovem que sempre foi séria demais para a própria idade e com um rancor pelas escolhas dos pais. Aina veio de uma família rígida e cheia de expectativas em se tratando de tradições. Essa pressão/cobrança, esse senso de dever, acabou sendo assimilado por ela, mas se você perguntar diretamente a respeito, ela rejeitará a ideia de que tem mais dos pais do que gostaria, ou que cobrança que faz a si mesma é excessiva.
É séria, confiável, fidelíssima quando encontra seu nicho e seus amigos, mas é fechada e tímida demais (muito muito tímida) para conseguir se encaixar com novas pessoas.
É educada e simpática. Definitivamente não é expansiva, mas possui presença e força quando se encontra confiante.
Estudiosa, esforçada, ficaria horrorizada se não atingir as expectativas de alguém que admira ou gosta (só não conseguiu uma úlcera hoje me dia por milagre divino). Cobra nada menos do que o ideal que criou na sua própria cabeça do que é aceitável ou não como resultado das coisas que faz – curiosamente, com os outros, está longe de ser assim. É uma garota estressada demais por nada.
Muito pé no chão e direta, evita mentiras (não que não omita coisas, alias, sabe omitir muito bem) e acaba, por vezes, se esquecendo de respirar fundo e relaxar ou sonhar ou fazer coisas bobas. Ciumenta, sua irmã constantemente a compara com Ursula, a sua cadela samoyeda que é igualmente territorial, manhosa e ciumenta... Aina detesta a comparação.
É uma pessoa forte, resistente. Parece estar sempre calma, smooth e tranquila (mesmo que pordentro seja turbulenta e complicada cheia de coisinhas e emoções). Se algo a incomoda, a coisa fica corroendo por dentro até ser impossível de se controlar.
Mas não queira vê-la, de fato, brava – é uma dessas coisas que raramente acontecem, mas quando acontecessem...
Se conseguir sair de sua ostra particular, saberia aproveitar uma boa festa e não teria medo de fazer algumas loucuras...
Relacionamentos: Bem... teve algo, alguém, complicada chamada Dariea. Mas não vamos falar disso.
Filhos: Nenhum.
Hobbies: Ler, treinar/se exercitar, visitar parques, andar pela cidade. Visitar locais históricos. Escalar estátuas, árvores e coisas altas. Jogos de carta (sabe contar cartas). GO, Mahjong e xadrez. Motos. Plantar (especialmente batatas).
Habilidades: Combate armado e desarmado (artes marciais). Esportes. Cuidado com itens antigos e avaliação dos mesmos. Manutenção de armas brancas. Jogos de raciocínio. Vigorosa.
Pontos Fortes: Corrida, combate e análise de situações (reconhecer pontos fracos, por exemplo). Sabe utilizar armas brancas (em especial lança, escudo e martelo). História. Concentração e força de vontade. Vigor e esportes.
Pontos Fracos: Reservada, fechada e pronta demais a se sacrificar por um bem maior, não ligando para sua saúde ou condição física resultante de um sacrifício. Foge de um destino que nasceu para seguir. Interações sociais e amorosas (é simpática, mas não consegue sair fazendo amigos por aí). Cozinhar algo além de batatas e sanduiches. Ignorar seu passado, temer seu futuro. Orgulhosa e ciumenta. Aina foge de tudo que poderia leva-la ao mesmo fim que seus pais, tem pavor de Oráculos e absolutamente odeia a ideia de Destino.
História:
Seus pais foram heróis.
Essa afirmação é o maior peso que Aina carrega nos dias de hoje. Seus pais foram GRANDES heróis, desses que salvavam vidas em situações que a maioria das pessoas não teria ideia acontecessem. Conquistaram riquezas. Serviram Deuses, foram exemplares e admiráveis... e morreram.
A parte de morrer tirou toda a glória da situação aos olhos de Aina. O que significa fama e vitórias se, no auge da sua vida, você morre e deixa para trás duas crianças? Ela era nova, com seus 11 para 12 anos, e ficou particularmente revoltada com o mundo, com a vida, a morte e até mesmo com as divindades que cresceu acreditando.
Enquanto sua mãe estava grávida, foi atrás de um Oráculo. Era costume cada membro da família ter seu Deus particular, aquele a que teria mais afinidade, aquele para qual a criança se dedicaria.
A resposta do Oráculo foi simples, precisa e sem pestanejar: Athena, mas Aina apenas se voltaria para ela depois de um tempo de grande dificuldade.
Seus pais deram a luz à garota em Atenas, praticaram seu ritual de batizado embaixo de uma oliveira, ungiram a garota com óleo de olivas... Enfim, apresentaram sua caçula para a Deusa da sabedoria e pediram por sua proteção.
Aina cresceu e até os 10/11 anos, sua vida eram rotinas dignas de espartanos com tanquinhos no filme 300: combates, estratégias, exercícios, mais exercícios, corridas no parque, introdução a armas brancas, rituais de adoração... Aina não reclamava, não tinha base de comparação de “infância comum”, mas também não teria do que reclamar, saberia se defender se alguém chegasse folgando na escola...
Não que isso acontecesse... ela não chamava lá muita atenção nem fazia parte de grupinhos algum. Foi escolha própria, juro (ou pelo menos isso que ela dizia). Preferia manter sua distância depois de algumas experiências ruins ao ter se aberto com alguém e seus segredos (por mais infantis que fossem) serem espalhados por aí.
Curiosamente, por um bom tempo de sua infância ficou conhecida como “aquela filha de macumbeiros” graças à língua solta de sua coleguinha a respeito da devoção dos pais de Aina a mais de um Deus (aparentemente Xena, a princesa guerreira não era tão popular assim para esclarecer dúvidas daquelas crianças a respeito dos costumes gregos).
Com a morte dos pais, Aina se fechou mais. Ficou arrasada, desesperada e sem rumo. Nos primeiros meses, entrou em depressão e mal falava ou comia. Sua irmã a levou (sequestrou, really) para Grécia a fim de levarem as cinzas dos pais para o lugar que mais amavam (e para tirar a cabeça de Aina da situação). A paisagem paradisíaca, as belezas serenas de alguns dos cantos mais reclusos que as duas visitaram, ajudaram Aina a sair de seu estado sem-vida, mas foi apenas quando chegaram ao templo de Athena, onde havia sido batizada, que ela finalmente reencontrou algo perdido. Foi um clique e uma nostalgia estranha. E assim como o Oráculo previu, nasceu uma devota da Deusa.
Aina sempre teve (basicamente, porém, não exclusivamente) apenas duas amigas próximas e estava satisfeita com isso: sua irmã mais velha (que ajudou em sua criação) e Daelya, com quem trocava correspondências e passou a visitar após a ida de sua irmã para a Grécia.
Como boa aluna que era, entrou cedo na faculdade, formou-se em História, faz pós em arqueologia e conseguiu um emprego no museu da cidade, na sessão de Relíquias Clássicas. Também ajuda na tradução de manuscritos, pergaminhos e desenhos antigos em itens recém-descobertos.
Participou recentemente de sua primeira escavação arqueológica e mora sozinha em um apartamento relativamente grande. A casa que viveu com sua irmã e pais está em seu nome, mas só é utilizada para treinos no galpão e plantações no jardim.
Deus(a) Pai/Mãe: ?????
Cast: Olivia Wilde.
Jogadora: Taty

Eos - Modelo Fotográfica e Sacerdotisa de Dionísio, São Paulo - SP

Nome: Eos.
Idade: 29 anos.
Local do Nascimento: Icária – Grécia.
Local onde Reside: São Paulo – São Paulo.
Religião: Politeísta.
Crença: Acha um luxo de maravilhoso qualquer panteão. Quanto mais melhor e mais opções de apelo, essa é sua filosofia. Seus Deuses de cabeceira, aqueles para quem reza e faz oferendas, são Dionísio (obviamente), Afrodite e Eros.
Reencarnação?: Calícore – uma Ménade (bacante) seguidora de Dionísio.
Função: Modelo, fotógrafa e sacerdotisa de Dionísio.
Descrição Física: 1,80m, cabelo loiro escuro, pele bronzeada de sol, olhos azuis, corpo em ótima forma, forte, firme, um tanto pecaminoso e rosto belo. Sempre sorri, nem que seja apenas com os olhos, o que a deixa um pouco mais atraente e convidativa. Parece estar sempre sabendo de algo e lendo algo que seus gestos deixaram escapar (Dionísio afirma, no entanto, que é apenas um olhar sapeca).
Personalidade: Eos é a garota que vai topar tudo, sem frescuras e chiliques. Se o que aparece em sua vida for para o bem maior da diversão e conforto, bem, ela será completamente a favor. Gosta de aproveitar a vida e os prazeres materiais que o mundo oferece. Tem uma mente aberta, gosta de expandir horizontes, conversar com pessoas, descobrir o que se passa em suas cabecinhas e oferecer uma porta para a liberdade (ou libertinagem), afinal, numa sociedade que prega a culpa, nada melhor do que livrar as pessoas dessas amarras.
Sem vergonha nem timidez, parece falar sem pensar, mas na verdade mede muito mais o que as pessoas sabem. Tem um bom coração, mas não é nenhuma paladina da justiça e verdade, gosta apenas de proteger e cuidar daqueles que são próximos e queridos (e apenas deles).
É individualista, tenta ser neutra e justa (Nem que seja para apontar uma defesa para o dark side da força), mas as vezes a convivência com sua irmã, Aina, pega o melhor de si.
Extrovertida, expansiva, na noite, nas festas, pode ser a melhor amiga de todos, mas daí para se abrir realmente com alguém é outro assunto. Muito perspicaz, adora pessoas, mas mais como expectadora do que parte do grupo.
Apaixonada por suas paixões, tende a adorar um caos e agitação. Consegue se adaptar a ambientes com facilidade, mas no fundo e um grande teatro. É segura de si e muito forte, mas as vezes solta uns suspiros e uma certa vontade de não ser tão independente assim, ou que ao menos fosse dividir algo com alguém.
Relacionamentos: Teve vários, mas atualmente está livre.
Filhos: Nenhum.
Hobbies: Festas e baladas, dançar, cantar, tirar fotos, treinar, fazer compras, beber, sexo, correr com carros caros (ocasionalmente levar multas), assistir peças de teatro e qualquer outra forma de arte semelhante (musicais, ópera, filmes...), tomar sol, nadar, flertar, fazer outros corarem. Praticar yoga.
Habilidades: Cantar, atuar, seduzir, dar festas, evitar ressacas, resistência a álcool, vigor, lutas (assim como sua irmã: armada e desarmada), sexo e fotografia. Avaliação/degustação de vinhos e o que mais Dionísio precisar que ela saiba.
Pontos Fortes: Tem o dom para artes cênicas, sabendo fingir tão bem que não é possível ver por trás de suas máscaras, da mesma forma, consegue ver por trás das máscaras e atuações alheias. Confiança e força interior. Massagens. Dança. Trazer à tona aqueles pensamentos mais reprimidos nos outros.
Pontos Fracos: Tenta passar apenas as coisas positivas, em conseqüência, tudo que é negativo (traumas, medos e afins) ficam reprimidos. Quando enfurecida é assustadoramente perigosa e instável (já viram uma bacante em fúria? Pois é, não queiram...). Adepta de uma boa justiça divina (ou simplesmente vingança).
História:
Eos sabia que era diferente. Desde pequena tinha uma confiança em si mesma de que era especial. Afinal, qual filha de uma família tão exótica não seria especial, certo? Desde que nasceu seus pais fizeram as mais loucas coisas: conversaram com oráculos, pariram a garota na ilha de acordo com o Deus que o oráculo viu em seu futuro (mesmo que, a princípio, Eos preferisse ter sido concebida numa concha no mar, Afrodite style), seu batismo teve vinho e tambores... Enfim, pequenos detalhes estranhos que a diferenciava das outras crianças com quem convivia na infância.
Diferentemente da caçula da família (Aina), Eos nasceu com toda a confiança do mundo naquilo que era, no que desejava ser, abraçando seu futuro, seus Deuses, enfim, qualquer coisa, praticamente, contanto que fossem emocionantes e únicas.
Ela gostava de ser diferente.
Na escola era a garota expansiva, espertinha e cheia de casinhos. Não sofria preconceitos, abusos nem nunca foi vítima de piadas, na verdade, ela era uma das líderes da turma, participava de todas as atividades extras possíveis e adorava exibir o quão boa era nos esportes. Gostava de ser olhada, de ser chamada para passeios, de ser ouvida e de ter pessoas que, com ela, fizessem loucuras (mesmo que acabasse, muitas vezes, se metendo em problemas).
Apesar desse seu aspecto louca descontrolada, em casa Eos sabia melhor do que ser assim. Seguia as rotinas, treinos e rituais familiares. Ao contrário de Aina, detestava lutar com o pai (o homem mais ilegível e imprevisível que conheceu), mas adorava treinar com sua caçula. Sempre teve uma relação boa com ela. Sempre foi coruja, dedicada e protetora, quase possessiva... Não, definitivamente era um tanto possessiva com Aina,mesmo que a irmã não soubesse. Especialmente após a perda dos pais.
Sua entrada como sacerdotisa de Dionísio foi cedo, ao acaso e de forma caótica, após seu primeiro e mais louco porre. Até hoje ela não sabe se o homem que conheceu era realmente Dionísio ou uma ilusão, mas foram os borrões de lembranças mais mágicos que ela já teve e desde então sua via mudou.
Ela tinha 14 anos. Menina precoce.
Tudo bem que seus treinos não eram nada ortodoxos, e Aina foi um amo cuidando de uma Eos louca e alta, mesmo quando eram tão novas.
Por um tempo as duas irmãs foram criadas pela avó (que veio da Itália para cuidar delas), mas na prática, Aina dependia de Eos e Eos dependia de Aina e as duas tentavam dar o mínimo de trabalho para a avó.
Nessa idade Eos também começou uma carreira como modelo... Não foi bem essa sua intenção quando entrou num curso de fotografia, mas sua sorte andava bem louca e... bem, melhor aproveitar o que a vida te dá, certo?
O carisma, a personalidade e, obviamente, a aparência de Eos conquistaram aquele mundinho fashion gigante. Aos 18 anos já tinha viajado para vários lugares, tinha uma bela carreira, mas precisou voltar com urgência para casa numa noite, quando soube da morte de sua avó.
Eos ficou responsável pela irmã, fazia trabalhos no país e concluiu seu curso de fotografia.
Como sacerdotisa era bem dedicada às exigências de Dionísio, e ficou muito bem vista aos olhos do Deus do Vinho.
Ela e Aina já moraram juntas na antiga casa dos seus pais, em um apartamento (o primeiro que Eos comprou com seu salário mais absurdo da carreira) e, eventualmente Aina mudou-se para seu próprio ninho.
Ok, podemos dizer que Eos não achou a melhor coisa do mundo. Na verdade, foi a primeira vez que sentiu insegurança e uma certa solidão, pois até então sua irmã ao seu lado era algo certo.
Pelo menos estava mais livre, certo? Certo. E podia viajar e dar festas e levar quantas pessoas quisesse para dormirem em seu apartamento...
Ainda assim, fazia questão de treinar com a irmã sempre que era dia de treino.
Atualmente balança sua carreira com suas diversões e deveres.
Comprou uma samoieda chamada Úrsula há 2 anos para lhe fazer companhia. Não é a mesma coisa que ter Aina por perto... mesmo porque, Ursula tem mais noção de senso de humor e ironia que sua irmã.
Deus(a) Padroeiro(a): Dionísio.
Cast: Blake Lively.
Jogadora: Taty

Camilla - Assistente de Hernesto

Nome: Camilla Scott Murray.
Idade: 26 anos.
Local do Nascimento: New York – EUA.
Local onde Reside: Atualmente tem residência em várias capitais do Brasil, mas passa mais tempo em Belo Horizonte pela proximidade de Hefesto.
Religião: Cada um por si.
Crença: Acredita no que for beneficiá-la mais... e naquilo que seja mais palpável e real. É da filosofia “Só acredito vendo”.
Reencarnação?:Já foi muitas coisas mas na grécia antiga era uma rainha que subiu ao poder após matar o marido (que não era lá grandes coisas), também filha de Hefesto.
Função: Assistente/ajudante de Hefesto, escultora e alpinista social.
Descrição Física: 1,70m, olhos azuis, pele clara e um pouco rosada, cabelo castanho escuro, longo. Rostinho de pessoa mais nova, cintura fina e porte magro, apesar das curvas certas nos lugares certos. Tem uma cicatriz (de corte) na parte interna do antebraço esquerdo, de 23cm. É fisicamente bem forte e resistente apesar dos bracinhos finos.
Personalidade: Camaleoa de emoções, é alguém que está acostumada a expressar aquilo que o ambiente ao seu redor e as pessoas ao seu redor precisam ver quando tem alguma segunda intenção em sua mente. No dia a dia é uma pessoa muito direta, ousada, sem medo de falar ou fazer certas coisas. É uma jovem extremamente perspicaz e decidida. Tem princípios, claro, mas suas necessidades estão acima deles. Aliás, ela se coloca acima de qualquer coisa (afinal, ninguém mais faria isso por ela, certo?).
Tenta ser autosuficiente e raramente (digamos, quase nunca) confia nos outros. Na verdade, não pensa muito nos outros, apenas em seus focos, objetivos e sonhos. Gosta de fazer coisas que acredita serem de “alta classe”, mesmo que internamente esteja querendo rever aquele filmão B de ficção científica que nunca ganhou nenhum prêmio da Academia.
É gananciosa, inteligente, forte, firme, dura demais talvez, o tipo de pessoa de natureza e instintos de sobrevivente.
No fundo é uma pessoa bem marcada, machucada, que cresceu vendo e convivendo com as piores coisas na vida. Talvez no fundo haja alguém com coração, mas daí para atravessar todas as suas defesas, barreiras e espinhos são outros 500. Nunca amou e suas únicas paixões são bens materiais e trabalhos manuais.
Relacionamentos: Não teve nenhum sincero ou sério.
Filhos: Não tem.
Hobbies: Colecionar jóias, criar objetos e esculturas de metal, RPG Live Action (segredos, segredos...), ler, assistir peças, ir à óperas (porque é chique e digno), ouvir músicas, dar voltas por conta própria de noite, criar réplicas de armas brancas (é muito orgulhosa de sua cópia da Ferroada de Senhor dos Anéis). Ganhar dinheiro. Colecionar máscaras.
Habilidades: Leitura corporal, lábia, encenação, conhecimentos de metais, trabalhos manuais, metalurgia (usa um maçarico como ninguém). Arrombar portas e burlar seguranças, furtos, falsificações... Negociação, avaliação de matérias primas e fazer pechinchas. Uso de espadas. Adaptabilidade.
Pontos Fortes: Perspicácia (especialmente para ler outras pessoas), encenação, aprendizagem rápida, atividades ilegais, lábia. Uso de metais e avaliação de minérios e trabalhos feitos com os mesmos (especialmente jóias). Blacksmith.
Pontos Fracos: Gananciosa, fria, dura. Camadas e camadas de defesa emocional protegem seu interior. Nunca amou. Não tem tato para situações delicadas ou momentos emocionalmente íntimos.
História:
Camilla veio do nada, não tinha nada e, basicamente, não era nada. Seu pai (que a criou) era dono de um ferro velho, um pobre infeliz eternamente raivoso e deprimido que tinha um negócio lucrativo com extração de minérios, mas que faliu por confiar demais no sócio. A mãe de Camilla era o exemplo de mãe bêbada e emocionalmente ausente, com uma fila de amantes perdedores.
A garota tinha conseguido uma bolsa num colégio particular (algo que seu pai gostava de esfregar na cara o quanto gastou em uniformes e material escolar), era esforçada, tentava mostrar para tudo e todos que era algo além da filha do dono de um “lixão” (como seus colegas gostavam de chamar). Infelizmente isso não era fácil, não era alcançável. Constantemente era verbalmente agredia, era alvo de peças, piadas e até alguns empurrões e rasteiras. Por esse motivo sua rotina era de casa para a sala de aula, da sala para casa. Sem conversar com ninguém, sem tentar mais se aproximar de ninguém.
Suas melhores convivências eram com dois velhos amigos de seu pai, que trabalhavam no ferro velho e já trabalhavam antes para ele na “época de ouro”. Eles gostavam de fazer coisas bizarras com pedaços de metal que encontravam, ensinaram para Camilla as coisas que sabiam, gostavam de relembrar do passado, dos minérios que encontravam, nas escavações que fizeram em outros países e as coisas que encontraram. Um deles chegou a trabalhar num ramo naquela empresa que trabalhava apenas com pedras preciosas extraídas. Ele mostrou como eram feitos designs, cortes, junções com metais...
Era todo um mundinho novo e não muito feminino, mas que Camilla viu como refúgio, como forma de riqueza e um escape para sua imaginação.
Ela cresceu sonhando com jóias, com o glamour e com a idéia de ser parte de uma nata social, ou melhor, ser o topo da nata. Com seus conhecimentos de funcionamentos mecânicos e com sua lábia natural ela conheceu as pessoas erradas (ou melhor, as certas para fazerem coisas erradas) e entrou em atividades ilegais, chegou até mesmo a tirar itens preciosos de cofres da casa de alguns dos seus mais odiáveis colegas de sala – e obviamente ninguém desconfiava da criaturinha excluída que tremia feito vara verde com qualquer aproximação física (tudo parte de um teatro, mas como poderiam imaginar?).
Aos 15 anos fugiu de casa. Seu pai já estava passando dos limites com a violência física e sua mãe não era mais a única a se afogar em álcool.
Camilla viveu em vários lugares, sabia se virar e sabia economizar aquilo que conquistou, mas num dia de particular sorte, enquanto namorava e julgava algumas peças de metal num museu cult que estava causando certo alvoroço com a nova coleção de esculturas de metais, conheceu um homem. Camilla deu sua opinião sobre algumas peças “e quinta categoria mal fixadas”, mas praticamente babou na coleção de um rapaz. Seu conhecimento do processo todo da construção/moldagem das esculturas chamaram atenção daquele que mais tarde Camilla descobriria ser Hefesto.
De certa forma, eles se reconheceram um no outro. Não era questão de “hobbies em comum” apenas, era aquela coisa que, olhando nos olhos você diz “Ok, você é um dos meus.” E talvez por isso, ou por reconhecer potencial num minério robusto quando vê, Hefesto tomou a garota como aprendiz, e mais tarde ela cresceu para ser sua assistente.
Nunca fez nenhuma faculdade, tudo que aprendeu foi na prática, na observação e na sorte pura. Atualmente tem seu dinheiro, suas posses, mas isso não é nada para alguém que deseja o mundo.
Deus Pai: Hefesto.
Cast: Michelle Trachtenberg.
Jogadora: Taty


Lana - Produtora de Cinema e Pitonisa, RJ

Nome: Svetlana (Lana) Balmont Matysek.
Idade: 25 anos.
Local do Nascimento: Los Angeles – EUA.
Local onde Reside: Rio de Janeiro – RJ.
Religião: Politeísta.
Crença: Acredita nos Deuses gregos, mas acha que alguns podiam ter um tanto mais de bom senso...
Reencarnação?:.Na Grécia Antiga foi uma pitonisa de Apolo em Delfos.
Função: Produtora de cinema, secretária particular de Apolo e pitonisa nas horas vagas.
Descrição Física: 1,75m, pele clara, cabelo loiro com luzes castanhas, liso e comprido (sempre muito bem arrumado e com cortes precisos), olhos azuis, pele clara. Bonita e sempre muito digna em como anda e se porta.
Personalidade: Séria, muito séria. Reservada e competente, analítica, pé no chão, de espírito e mente fortes e workaholic. Não vamos dizer que Lana não tem senso e humor, mas ele está guardado, muito bem guardado, juntamente com qualquer coisa que seja descontrolada e incoerente demais dentro de si.
Tem, claro, suas paixões, mas são coisas tão queridas que guarda apenas para si. Mantém coleguismo e relações amigáveis, mas não tem ninguém próximo o suficiente. Ama seus pais, claro, e isso acaba sendo demonstrado pela forma como se preocupa demais e corre atrás deles tentando diminuir o dano que essas “crianças malucas” acabam fazendo. Quanto mais se preocupa, chateia e implica com a pessoa, mais gosta dela.
Não é preciso dizer que tirando seu trabalho e as obrigações que se auto-impõe, é uma pessoa bem solitária, né? Mas para isso tem a música.
Tem uma ótima cabeça e tato para artes e não vai segurar a língua se acredita que algo está errado, é ruim ou precisa de melhorias. Ao mesmo tempo, elogios seus são os mais sinceros.
Relacionamentos: Nenhum, jamais. Nem quer, nem pretende. Aliás, foge. Tem fobia dessas coisas.
Filhos: Nenhum.
Hobbies: Assistir filmes, ajudar na criação de roteiros, ler livros. Tocar piano e harpa. Praticar esportes (especialmente tiro e arco e flecha). Dançar.
Habilidades: Premonição. Administração, economia, direção/criação de roteiros (escrita). Música. Esportes. Arco e flecha/tiro. Dança. Organização. Línguas. Yoga. Meditação.
Pontos Fortes: Dom da profecia, artes (música, dança, avaliação artística). Tiro e arco e flecha. Presença forte, passar confiança e facilidade de aprendizado. Trabalhar. Vibe de ser a melhor ouvinte do mundo e confidente.
Pontos Fracos: Perfeccionista, exige de si 200% em tudo. Séria e tensa demais, esquece de aproveitar muitas coisas na vida, chegando a agir como uma velha ranzinza de 300 anos e não como uma jovem de 25 anos.
História:
Svetlana (ou Sveta, ou Lana, como preferir) acredita que nasceu por ironia karmica ou erro divino. Seus pais são o extremo oposto do que ela sempre foi: sua mãe, uma antiga mochileira que saiu da Hungria, filha de eslavos e russos, passou a correr o mundo em busca da arte, liberdade de expressão e outros conceitos hippie-modernistas.
Por sorte era uma mulher criativa e habilidosa. Tinha uma expressão sem igual e dons artísticos. De contato em contato, a mãe de Lana acabou chegando em Hollywood, onde começou uma carreira como artista, vendendo obras (suas e de outros) para artistas e participando de peças de teatro menos famosas. Chamava atenção, era bela e tinha um sorriso que iluminava os lugares por onde passava.
Seja qual foi o motivo, a mãe de Lana chamou atenção do pai de Lana (ninguém menos que o próprio Deus Apolo) e da união.... nasceu uma pequena workaholic.
Uma criança inteligente, que desde cedo pegava rapidamente conceitos, idéias, sensos éticos e loucuras artísticas. Desde cedo tinha uma personalidade forte, um senso de “Meu Deus meus pais são loucos.” E uma responsabilidade para com tudo e todos que sabe-se lá de quem ela herdou.
Svetlana foi aluna aplicada, interessada e curiosa. Tinha seus momentos fofos e lúdicos, adorava imitar coreografias de videoclipes na TV e fazer playback das músicas que tocavam no rádio... mas tudo na segurança de sua casa, de preferência do seu quarto... Sem ninguém olhando.
Sim, era um tanto tímida, e nessa timidez cresceu para ser uma mulher LINDA mas sem tempo para pensar nisso. Vestia-se (e ainda veste) roupas sérias, feitas sob medidas e que dão um ar de garota estudiosa, secretária dos fetiches alheios e executiva que pode ter mais poder que seu chefe dentro de alguns poucos anos.
O romance de seus pais não durou tanto quanto ela gostaria. Muito provavelmente essa instabilidade familiar, as incertezas e falta de estrutura que impulsionaram  Lana a criar sua própria força e estabilidade.
Sua mãe não sofreu com a separação e focou seu tempo livre em seu trabalho, suas pinturas, ela tinha um bom senso melhor que Apolo, e por isso, Lana passou a acompanhar mais e mais seu pai.
A princípio era uma carência afetiva disfarçada de necessidade em aprender mais sobre o mundo dos filmes. Depois, bem, eles criaram uma rotina bem dependente: Lana gostava de ser necessária e seu pai precisava de alguém para colocar seus pés no chão e dar aquele reality check sem medo de retaliações.
Formou-se em administração e roteiro e direção. Fez cursos diversos e aos poucos tornou-se uma secretária de mãos cheias com licença para porte de armas.
Quando Apolo mudou para o Brasil, Lana veio com ele. Mora no triplex do pai na Urca, mas tem seus próprios apartamentos aqui e ali graças aos seus próprios esforços (tanto em Hollywood quanto naquelas novas terras).
Deus(a) Padroeiro(a): Apolo.
Cast: Katheryn Winnick.
Jogadora: Taty


Zeus (Richard Riordan), Político Aposentado, Brasília - DF


Nome: Zeus (Júpiter para os Romanos)
Nome atual: Richard Riordan
Local de Nascimento: Filho dos titãs Cronos (senhor do tempo) e Réia (também chamada Cibele - a Terra) que eram os soberanos do Monte Olimpo e do mundo, antes dos deuses. 
Local Onde Reside Atualmente: Brasilia, DF.
Função: Já foi várias coisas, mas atualmente está sem fazer nada.
Descrição Física Atual: Um belo homem maduro, alto e forte, porte atlético apesar da idade, cabelos e barba grisalho. Tem brilhantes olhos azuis, claros como o céu numa bela manhã de verão. 
Personalidade: Geralmente sério e responsável, impõe respeito tanto aos mortais como aos deuses. Sabe ser alegre e simpático quando quer, mas são poucos os que já o viram assim. É justo com aqueles que lhe são fiéis, porém terrivelmente vingativo com os que ousam lhe desafiar. Ama sua esposa Hera, porém tem um fraco pelas mulheres, o que acaba causando vários problemas a ele e às suas escolhidas. É sedutor porém atualmente anda deprimido.
Relacionamentos: casado com sua irmã, Hera. Teve várias amantes, mortais e deusas, entre elas: Antíopa, Europa, Leda, Egina, Dânae, Io, Calisto, Métis, etc. Foi recusado pela ninfa Astéria.
Filhos: Entre eles estão deuses, semi-deuses e até monstros; nascidos de partes de seu corpo, de sua mulher Hera ou de suas amantes mortais ou imortais. Os principais são: Afrodite, Apolo, Ares, Artêmis, Atena, Dionísio, Hefestos, Hércules, Hermes, 
Minos, Perséfone, Perseu e outros.
Hobbies: Atualmente jogar dama, xadrez, cartas, numa pracinha perto de sua casa.
Pontos Fortes: Foi a divindade suprema em autoridade e poder dentre todos os deuses do Olimpo e mortais. É o ser mais poderoso do Universo. Controla os relâmpagos, atirando raios em seus inimigos. Usava um escudo chamado Égide fabricado por Hefestos (que também produz os raios).
Pontos Fracos: As mulheres. Ele as seduz com seus poderes e faz qualquer coisa para encontrá-las escondido de sua esposa, Hera. Sua atual depressão.
Armas: Raios e trovões.
Animais e/ou Plantas Sagrados: A águia.
História: Seu pai, Cronos, tinha visto numa profecia que ia ser morto por um de seus filhos. Para evitar este traumático fim ele passou a engolir vivas as crianças que sua mulher, Réia, dava a luz. Uma vez quando estava grávida Réia resolveu fugir e Ter a criança escondida numa caverna. Assim nasceu Zeus que sobreviveu escondido. Quando se tornou adulto voltou a casa do pai, deu a ele uma poção que fez com que todos os irmãos e irmãs fossem
regurgitados vivos (saíram já adultos - Demeter, Hera, Hades, Poseidon e Hestia). Mataram o pai e se tornaram os Deuses do Olimpo. Zeus, como havia sido o líder e salvador se tornou o rei dos deuses e casou-se com Hera tornando-a rainha. Os domínios de Cronos foram divididos entre os irmãos. 
História atual: Após a expulsão dos deuses do Olimpo, ele e Hera vagaram por todo
o mundo, foi empresário, professor, diretor e teve vários outros cargos de poder. Depois de algum tempo começou a sentir falta do que tivera, do seu poder, da vida antiga, percebeu que os próprios deuses não o respeitavam mais como antigamente e... passou a ficar deprimido, agindo como um velho aposentado a espera da morte. Nem preciso comentar que sua vida com Hera se tornou um inferno, não?
Protegidos: Nenhum.
Cast: Kenny Rogers
Nome da Jogadora: Renata

Emily Machado - Vendedora, Rio Claro - SP

Nome: Emily Elizabeth Alves Machado (Nyteshade)
Idade: 16 anos
Local de Nascimento: Rio de Janeiro – RJ
Local Onde Reside: Rio Claro - SP
Religião: Agnóstica
Função: Vendedora na loja Sebo & Outras Histórias
Descrição Física: Baixa estatura, 1,57m, com 55 kg, cabelo preto longo e repicado, piercings na orelha e na boca. Branca, quase pálida, olhos verdes-acinzentados. Sempre está de preto e vermelho.
Personalidade: Adora ir ao cemitério para ler e escutar música, muitas vezes se sente solitária. Possui poucos amigos. É inteligente. Para muitos, ela parece ser triste e depressiva, mas depois que a conhecem percebem que ela é muito agradável e uma amiga confiável.
Relacionamentos: solteira
Filhos: nenhum
Habilidades: Pode ver quando a pessoa vai morrer (no máximo uma semana antes da morte).
Pontos Fortes: Imaginação.
Pontos Fracos: Os amigos em perigo.
História: Emily Elizabeth, ou Nyteshade, nasceu no dia 10/08/1997, no Rio de Janeiro. Apesar de ser carioca, mudou-se para Rio Claro quando tinha dois anos, junto com sua mãe Mary Ann Alves. Ela mora na Avenida 31 com a Rua Sete Cidade Jardim, em uma casa de esquina, estilo americana. Ela era uma criança normal até seus 10 anos, quando ela descobriu que poderia ver números em cima da cabeça das pessoas. Ela parava e perguntava para as pessoas o que aquilo queria dizer, mas todos achavam que ela estava louca. Sua mãe Mary Ann, começou a leva-la no psicólogo.
Após meses de terapia, Nyteshade desistiu de falar o que via, então disse ao Dr. Cooper que já não via mais nada, que deveria ser coisas de criança.
Depois desses eventos ela mudou de escola, e passou a frequentar a escola Heloisa Lemenhe Marasca, quando fez amizade com algumas crianças, ela notou que não via mais, com tanta frequência, o número na cabeça das pessoas. Quando apareceu na cabeça de sua melhor amiga Natasha, a seguinte data 15/06/2007 11h57minm, só que o dia 15, era aquele dia. Na saída da escola, elas sempre voltavam juntas, mas dessa vez Natasha se atrasou, e exatamente às 11h57min, ela atravessou a rua correndo, quando tropeçou e bateu com a cabeça na calçada. Natasha morreu na hora, mas de algum modo estranho Emily ainda conseguia sentir sua presença, depois da chegada da ambulância e colocarem Natasha dentro do veículo. Ela foi para a casa, contou tudo para sua mãe, que ficou consolando a filha. Naquele dia ela descobriu que os números na verdade eram as datas e horas da morte das pessoas. A noite ela sonhou com Natasha, e disse: “Natasha, agora você tem que ir, o mundo inferior espera por você, para que seja julgada e mandada para onde mereça.” Depois disso acordou assustada, tentando lembrar o que havia falado, mas não conseguia.
Muitos anos se passaram, e Emily tornou-se gótica, da noite para o dia (literalmente), fazendo novas amizades, mudando gostos e algumas atitudes. Hoje ela é estudante do Ensino Médio na ETEC Armando Bayeux da Silva, mas trabalha meio período no Sebo & Outras Histórias.
Emily adora desenhar, embora não seja muito boa, ama música, escrever e desabafar em seu Tumblr. Ela também ama a mãe, cuja qual é sua confidente e amiga. Nyteshade, também fez amizade pela internet, com uma garota de 23 anos, que mora em São Paulo – SP, a garota se chama Anna, e ela faz faculdade de Artes Plásticas. Para Emily, a garota parece ser bem “nervosinha”, mas isso não afeta a amizade delas. Emily quer muito conhecer essa garota. A amizade delas baseia-se pelo Tumblr, e Nyteshade adora isso, quer conhecer Anna de qualquer jeito, e ela sente que será em breve.
Deus Padroeiro: Hades
Cast: Amelia Dolore
Nome do Jogador: Elisangela