Nome: Camilla Scott Murray.
Idade: 26 anos.
Local do Nascimento: New York – EUA.
Local onde Reside: Atualmente tem
residência em várias capitais do Brasil, mas passa mais tempo em Belo Horizonte
pela proximidade de Hefesto.
Religião: Cada um por si.
Crença: Acredita no que for
beneficiá-la mais... e naquilo que seja mais palpável e real. É da filosofia
“Só acredito vendo”.
Reencarnação?:Já foi muitas coisas
mas na grécia antiga era uma rainha que subiu ao poder após matar o marido (que
não era lá grandes coisas), também filha de Hefesto.
Função: Assistente/ajudante
de Hefesto, escultora e alpinista social.
Descrição Física: 1,70m, olhos azuis,
pele clara e um pouco rosada, cabelo castanho escuro, longo. Rostinho de pessoa
mais nova, cintura fina e porte magro, apesar das curvas certas nos lugares
certos. Tem uma cicatriz (de corte) na parte interna do antebraço esquerdo, de
23cm. É fisicamente bem forte e resistente apesar dos bracinhos finos.
Personalidade: Camaleoa de emoções,
é alguém que está acostumada a expressar aquilo que o ambiente ao seu redor e
as pessoas ao seu redor precisam ver quando tem alguma segunda intenção em sua
mente. No dia a dia é uma pessoa muito direta, ousada, sem medo de falar ou
fazer certas coisas. É uma jovem extremamente perspicaz e decidida. Tem
princípios, claro, mas suas necessidades estão acima deles. Aliás, ela se
coloca acima de qualquer coisa (afinal, ninguém mais faria isso por ela,
certo?).
Tenta
ser autosuficiente e raramente (digamos, quase nunca) confia nos outros. Na
verdade, não pensa muito nos outros,
apenas em seus focos, objetivos e sonhos. Gosta de fazer coisas que acredita
serem de “alta classe”, mesmo que internamente esteja querendo rever aquele
filmão B de ficção científica que nunca ganhou nenhum prêmio da Academia.
É
gananciosa, inteligente, forte, firme, dura demais talvez, o tipo de pessoa de
natureza e instintos de sobrevivente.
No
fundo é uma pessoa bem marcada, machucada, que cresceu vendo e convivendo com
as piores coisas na vida. Talvez no fundo haja alguém com coração, mas daí para
atravessar todas as suas defesas, barreiras e espinhos são outros 500. Nunca
amou e suas únicas paixões são bens materiais e trabalhos manuais.
Relacionamentos: Não teve nenhum
sincero ou sério.
Filhos: Não tem.
Hobbies: Colecionar jóias,
criar objetos e esculturas de metal, RPG Live Action (segredos, segredos...),
ler, assistir peças, ir à óperas (porque é chique e digno), ouvir músicas, dar
voltas por conta própria de noite, criar réplicas de armas brancas (é muito
orgulhosa de sua cópia da Ferroada de Senhor dos Anéis). Ganhar dinheiro.
Colecionar máscaras.
Habilidades: Leitura corporal,
lábia, encenação, conhecimentos de metais, trabalhos manuais, metalurgia (usa
um maçarico como ninguém). Arrombar portas e burlar seguranças, furtos,
falsificações... Negociação, avaliação de matérias primas e fazer pechinchas.
Uso de espadas. Adaptabilidade.
Pontos Fortes: Perspicácia
(especialmente para ler outras pessoas), encenação, aprendizagem rápida,
atividades ilegais, lábia. Uso de metais e avaliação de minérios e trabalhos
feitos com os mesmos (especialmente jóias). Blacksmith.
Pontos Fracos: Gananciosa, fria,
dura. Camadas e camadas de defesa emocional protegem seu interior. Nunca amou.
Não tem tato para situações delicadas ou momentos emocionalmente íntimos.
História:
Camilla
veio do nada, não tinha nada e, basicamente, não era nada. Seu pai (que a
criou) era dono de um ferro velho, um pobre infeliz eternamente raivoso e
deprimido que tinha um negócio lucrativo com extração de minérios, mas que
faliu por confiar demais no sócio. A mãe de Camilla era o exemplo de mãe bêbada
e emocionalmente ausente, com uma
fila de amantes perdedores.
A
garota tinha conseguido uma bolsa num colégio particular (algo que seu pai
gostava de esfregar na cara o quanto gastou em uniformes e material escolar),
era esforçada, tentava mostrar para tudo e todos que era algo além da filha do
dono de um “lixão” (como seus colegas gostavam de chamar). Infelizmente isso
não era fácil, não era alcançável. Constantemente era verbalmente agredia, era
alvo de peças, piadas e até alguns empurrões e rasteiras. Por esse motivo sua
rotina era de casa para a sala de aula, da sala para casa. Sem conversar com
ninguém, sem tentar mais se aproximar de ninguém.
Suas
melhores convivências eram com dois velhos amigos de seu pai, que trabalhavam
no ferro velho e já trabalhavam antes para ele na “época de ouro”. Eles
gostavam de fazer coisas bizarras com pedaços de metal que encontravam,
ensinaram para Camilla as coisas que sabiam, gostavam de relembrar do passado,
dos minérios que encontravam, nas escavações que fizeram em outros países e as
coisas que encontraram. Um deles chegou a trabalhar num ramo naquela empresa
que trabalhava apenas com pedras preciosas extraídas. Ele mostrou como eram
feitos designs, cortes, junções com metais...
Era
todo um mundinho novo e não muito feminino, mas que Camilla viu como refúgio,
como forma de riqueza e um escape para sua imaginação.
Ela
cresceu sonhando com jóias, com o glamour e com a idéia de ser parte de uma
nata social, ou melhor, ser o topo da nata. Com seus conhecimentos de
funcionamentos mecânicos e com sua lábia natural ela conheceu as pessoas
erradas (ou melhor, as certas para fazerem coisas erradas) e entrou em atividades
ilegais, chegou até mesmo a tirar itens preciosos de cofres da casa de alguns
dos seus mais odiáveis colegas de sala – e obviamente ninguém desconfiava da
criaturinha excluída que tremia feito vara verde com qualquer aproximação
física (tudo parte de um teatro, mas como poderiam imaginar?).
Aos
15 anos fugiu de casa. Seu pai já estava passando dos limites com a violência
física e sua mãe não era mais a única a se afogar em álcool.
Camilla
viveu em vários lugares, sabia se virar e sabia economizar aquilo que
conquistou, mas num dia de particular sorte, enquanto namorava e julgava
algumas peças de metal num museu cult que estava causando certo alvoroço com a
nova coleção de esculturas de metais, conheceu um homem. Camilla deu sua
opinião sobre algumas peças “e quinta categoria mal fixadas”, mas praticamente
babou na coleção de um rapaz. Seu conhecimento do processo todo da construção/moldagem
das esculturas chamaram atenção daquele que mais tarde Camilla descobriria ser
Hefesto.
De
certa forma, eles se reconheceram um no outro. Não era questão de “hobbies em
comum” apenas, era aquela coisa que, olhando nos olhos você diz “Ok, você é um
dos meus.” E talvez por isso, ou por reconhecer potencial num minério robusto
quando vê, Hefesto tomou a garota como aprendiz, e mais tarde ela cresceu para
ser sua assistente.
Nunca
fez nenhuma faculdade, tudo que aprendeu foi na prática, na observação e na
sorte pura. Atualmente tem seu dinheiro, suas posses, mas isso não é nada para
alguém que deseja o mundo.
Deus Pai: Hefesto.
Cast: Michelle
Trachtenberg.
Jogadora: Taty

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