Nome: Eos.
Idade: 29 anos.
Local do Nascimento: Icária – Grécia.
Local onde Reside: São Paulo – São
Paulo.
Religião: Politeísta.
Crença: Acha um luxo de
maravilhoso qualquer panteão. Quanto mais melhor e mais opções de apelo, essa é
sua filosofia. Seus Deuses de cabeceira, aqueles para quem reza e faz oferendas,
são Dionísio (obviamente), Afrodite e Eros.
Reencarnação?: Calícore – uma
Ménade (bacante) seguidora de Dionísio.
Função: Modelo, fotógrafa e
sacerdotisa de Dionísio.
Descrição Física: 1,80m, cabelo loiro
escuro, pele bronzeada de sol, olhos azuis, corpo em ótima forma, forte, firme,
um tanto pecaminoso e rosto belo. Sempre sorri, nem que seja apenas com os
olhos, o que a deixa um pouco mais atraente e convidativa. Parece estar sempre
sabendo de algo e lendo algo que seus gestos deixaram escapar (Dionísio afirma,
no entanto, que é apenas um olhar sapeca).
Personalidade: Eos é a garota que
vai topar tudo, sem frescuras e chiliques. Se o que aparece em sua vida for
para o bem maior da diversão e conforto, bem, ela será completamente a favor.
Gosta de aproveitar a vida e os prazeres materiais que o mundo oferece. Tem uma
mente aberta, gosta de expandir horizontes, conversar com pessoas, descobrir o
que se passa em suas cabecinhas e oferecer uma porta para a liberdade (ou
libertinagem), afinal, numa sociedade que prega a culpa, nada melhor do que
livrar as pessoas dessas amarras.
Sem
vergonha nem timidez, parece falar sem pensar, mas na verdade mede muito mais o
que as pessoas sabem. Tem um bom coração, mas não é nenhuma paladina da justiça
e verdade, gosta apenas de proteger e cuidar daqueles que são próximos e
queridos (e apenas deles).
É
individualista, tenta ser neutra e justa (Nem que seja para apontar uma defesa
para o dark side da força), mas as vezes a convivência com sua irmã, Aina, pega
o melhor de si.
Extrovertida,
expansiva, na noite, nas festas, pode ser a melhor amiga de todos, mas daí para
se abrir realmente com alguém é outro assunto. Muito perspicaz, adora pessoas,
mas mais como expectadora do que parte do grupo.
Apaixonada
por suas paixões, tende a adorar um caos e agitação. Consegue se adaptar a
ambientes com facilidade, mas no fundo e um grande teatro. É segura de si e
muito forte, mas as vezes solta uns suspiros e uma certa vontade de não ser tão
independente assim, ou que ao menos fosse dividir algo com alguém.
Relacionamentos: Teve vários, mas
atualmente está livre.
Filhos: Nenhum.
Hobbies: Festas e baladas,
dançar, cantar, tirar fotos, treinar, fazer compras, beber, sexo, correr com
carros caros (ocasionalmente levar multas), assistir peças de teatro e qualquer
outra forma de arte semelhante (musicais, ópera, filmes...), tomar sol, nadar,
flertar, fazer outros corarem. Praticar yoga.
Habilidades: Cantar, atuar,
seduzir, dar festas, evitar ressacas, resistência a álcool, vigor, lutas (assim
como sua irmã: armada e desarmada), sexo e fotografia. Avaliação/degustação de
vinhos e o que mais Dionísio precisar que ela saiba.
Pontos Fortes: Tem o dom para artes
cênicas, sabendo fingir tão bem que não é possível ver por trás de suas
máscaras, da mesma forma, consegue ver por trás das máscaras e atuações
alheias. Confiança e força interior. Massagens. Dança. Trazer à tona aqueles
pensamentos mais reprimidos nos outros.
Pontos Fracos: Tenta passar apenas
as coisas positivas, em conseqüência, tudo que é negativo (traumas, medos e
afins) ficam reprimidos. Quando enfurecida é assustadoramente perigosa e
instável (já viram uma bacante em fúria? Pois é, não queiram...). Adepta de uma
boa justiça divina (ou simplesmente vingança).
História:
Eos
sabia que era diferente. Desde pequena tinha uma confiança em si mesma de que
era especial. Afinal, qual filha de uma família tão exótica não seria especial, certo? Desde que nasceu seus pais
fizeram as mais loucas coisas: conversaram com oráculos, pariram a garota na
ilha de acordo com o Deus que o oráculo viu em seu futuro (mesmo que, a
princípio, Eos preferisse ter sido concebida numa concha no mar, Afrodite style), seu batismo teve vinho e
tambores... Enfim, pequenos detalhes estranhos que a diferenciava das outras
crianças com quem convivia na infância.
Diferentemente
da caçula da família (Aina), Eos nasceu com toda a confiança do mundo naquilo
que era, no que desejava ser, abraçando seu futuro, seus Deuses, enfim,
qualquer coisa, praticamente, contanto que fossem emocionantes e únicas.
Ela
gostava de ser diferente.
Na
escola era a garota expansiva, espertinha e cheia de casinhos. Não sofria
preconceitos, abusos nem nunca foi vítima de piadas, na verdade, ela era uma
das líderes da turma, participava de todas as atividades extras possíveis e
adorava exibir o quão boa era nos esportes. Gostava de ser olhada, de ser
chamada para passeios, de ser ouvida e de ter pessoas que, com ela, fizessem
loucuras (mesmo que acabasse, muitas vezes, se metendo em problemas).
Apesar
desse seu aspecto louca descontrolada, em casa Eos sabia melhor do que ser
assim. Seguia as rotinas, treinos e rituais familiares. Ao contrário de Aina,
detestava lutar com o pai (o homem mais ilegível e imprevisível que conheceu),
mas adorava treinar com sua caçula. Sempre teve uma relação boa com ela. Sempre
foi coruja, dedicada e protetora, quase possessiva... Não, definitivamente era
um tanto possessiva com Aina,mesmo que a irmã não soubesse. Especialmente após
a perda dos pais.
Sua
entrada como sacerdotisa de Dionísio foi cedo, ao acaso e de forma caótica,
após seu primeiro e mais louco porre. Até hoje ela não sabe se o homem que
conheceu era realmente Dionísio ou uma ilusão, mas foram os borrões de lembranças
mais mágicos que ela já teve e desde então sua via mudou.
Ela
tinha 14 anos. Menina precoce.
Tudo
bem que seus treinos não eram nada ortodoxos, e Aina foi um amo cuidando de uma
Eos louca e alta, mesmo quando eram tão novas.
Por
um tempo as duas irmãs foram criadas pela avó (que veio da Itália para cuidar
delas), mas na prática, Aina dependia de Eos e Eos dependia de Aina e as duas
tentavam dar o mínimo de trabalho para a avó.
Nessa
idade Eos também começou uma carreira como modelo... Não foi bem essa sua
intenção quando entrou num curso de fotografia, mas sua sorte andava bem louca
e... bem, melhor aproveitar o que a vida te dá, certo?
O
carisma, a personalidade e, obviamente, a aparência de Eos conquistaram aquele
mundinho fashion gigante. Aos 18 anos já tinha viajado para vários lugares,
tinha uma bela carreira, mas precisou voltar com urgência para casa numa noite,
quando soube da morte de sua avó.
Eos
ficou responsável pela irmã, fazia trabalhos no país e concluiu seu curso de
fotografia.
Como
sacerdotisa era bem dedicada às exigências de Dionísio, e ficou muito bem vista
aos olhos do Deus do Vinho.
Ela
e Aina já moraram juntas na antiga casa dos seus pais, em um apartamento (o
primeiro que Eos comprou com seu salário mais absurdo da carreira) e,
eventualmente Aina mudou-se para seu próprio ninho.
Ok,
podemos dizer que Eos não achou a melhor coisa do mundo. Na verdade, foi a
primeira vez que sentiu insegurança e uma certa solidão, pois até então sua
irmã ao seu lado era algo certo.
Pelo
menos estava mais livre, certo? Certo. E podia viajar e dar festas e levar
quantas pessoas quisesse para dormirem em seu apartamento...
Ainda
assim, fazia questão de treinar com a irmã sempre que era dia de treino.
Atualmente
balança sua carreira com suas diversões e deveres.
Comprou
uma samoieda chamada Úrsula há 2 anos para lhe fazer companhia. Não é a mesma
coisa que ter Aina por perto... mesmo porque, Ursula tem mais noção de senso de
humor e ironia que sua irmã.
Deus(a) Padroeiro(a): Dionísio.
Cast: Blake Lively.
Jogadora: Taty

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