Introdução, Parte III – Cada Deus por si e os Mortais por Todos


Continuação
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Deméter e Perséfone, com Hades a tiracolo, permaneceram juntos em sua peregrinação, rumo a sabe-se lá onde. Para Deméter nada mudaria muito, pois já vivia entre os mortais praticamente desde que surgira, com Réia e Gaia. Perséfone, que passava apenas um breve período com sua mãe, estava exultante com a mudança. Enfim era livre para ficar todo o tempo do mundo junto com Deméter e com as flores, plantas e ninfas que tanto amava. Apenas Hades estava macambúzio. Desde que Zeus separara o mundo em 3 partes, dando o mundo subterrâneo a ele, quase nunca ficava exposto como estava agora. Pra ajudar, o todo poderoso do reino dos mortos sempre cuidou de tudo, reinou sobre todos os que entravam em seus domínios, e agora... Dependia exclusivamente da sogra, que sempre o odiou, e de Perséfone, em quem estava agora literalmente em suas mãos.

Megera e suas irmãs continuaram no Reino das Sombras, mas os demais seres que seriam estranhos aos olhos dos mortais, como ninfas, sátiros e centauros, se esconderam nas mais profundas florestas da Tessália.  Os Ciclopes permaneceram nos vulcões onde era mais seguro e Hefestos, prometendo visitá-los periodicamente, partiu sozinho pelo mundo para procurar um lugar que poderia chamar de seu. Era a primeira vez que se sentia livre, sem ser mandado por ninguém, sem ter que trabalhar fabricando armas para os outros. Agora faria o que lhe desse na telha.

Athena e Niké, inseparáveis, partiram juntas após terminarem o planejamento de sua viagem. A princípio decidiram explorar um pouco a Grécia e a Itália, e depois fariam uma avaliação do que viram e de seu próximo objetivo. Afrodite, Eros e Psiquê partiram juntos, sem Ares por perto. Afrodite ainda acreditava que a beleza e o amor eram capaz de tudo e, claro, arrastou seu filho junto já que era inadimissível para ela viver sem Eros. Como por sua vez, Eros não viveria sem Psiquê, lá se foi o trio calafrio rumo a França, onde diziam que se encontravam as mulheres mais chiques do mundo.

Zeus partiu com Hera e Íris. Estava muito triste e calado, pálido, aparentemente sem vontade de viver. Apesar de tudo o que já aprontara, Hera estava com o coração partido pela atual situação do marido. Ela sabia como o poder era importante para Zeus, e sem poder e sem ter os deuses para comandar, o que sobraria para ele fazer? Jogar cartas? Dominó? Íris, pressentindo que a vida não seria fácil para Hera optou por permanecer junto dela e ajudar a cuidar do ex-Todo Poderoso. O golpe lhe acertara em cheio...

E assim, um a um os deuses partiram, voltando a se reunirem uma vez a cada século. Entretanto, a partir do 6º século começou a diminuir o número de deuses que compareciam, o que começou a preocupar alguns. Em 1954 a maioria dos Deuses optaram por viajarem ao Brasil, pois acreditavam que lá o povo era mais crédulo e fácil de lidar do que no resto do mundo onde o Cristianismo, o Islamismo e o Judaísmo pareciam dominar quase tudo. Apesar da religião oficial do país ser o Catolicismo, o Brasil era uma torre de babel religiosa, onde o Espiritismo, Xamanismo, Paganismo, Catolicismo, Candomblé, Budismo, Hinduísmo e outras tantas religiões viviam em harmonia e sem guerras como no Oriente Médio.

Alguns se adaptaram à vida terrena, e nem pensam mais em voltar a ter seus privilégios de volta no Monte Olimpo. O que eram a ambrosia e o néctar com tantas delícias como Doritos, Cheetos, Coca-Cola, Guaraná, coxinha, pizza,churrasco, feijoada, caipirinha... Para que dormir em suas camas de ouro e tecidos finos se podiam dormir em redes, poltronas reclináveis, jogar videogame, navegar na internet, fazer um blog, entrar em sala de bate papo!!!! Outros não agüentavam mais a companhia dos mortais e a falta de estilo dessa vida sem graça e tão mal aproveitada. Batalhavam arduamente para converter os mortais na esperança de voltarem logo ao Olimpo e suas regalias, sob o comando de Zeus, sem ter que se preocupar com nada. E alguns... Esses mais preocupantes, queriam sim voltar ao Olimpo, mas com algumas mudanças radicais, a principal delas acabando com o que sobrara de Zeus e transformando de vez a vida no Olimpo a seu bel prazer...

E você, de que lado está?

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Pessoal, é isso!! A sorte está lançada e o jogo começou! Aqueles cuja ficha já estão aprovadas e disponíveis nos arquivos do grupo, podem começar a jogar.

Os que ainda estão revisando, não se esqueçam de me enviar em pvt para avaliação! Bom Jogo a Todos!!

As Moderadoras

Introdução, Parte II - Exôdo


Continuação...
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Os deuses ficaram olhando uns para os outros sem saber o que fazer. O caos tomou conta do Olimpo. Alguns berravam e brigavam, tentando arranjar um jeito de escapar deste amargo destino. Outros choravam. Alguns imploravam a Zeus que fizesse alguma coisa. Dionísio sequer acreditava no que estava acontecendo e ria do caos que tomava conta do Monte Olimpo. Athena permanecia em silêncio, pensando, planejando. Com seu olhar atento de coruja, foi a primeira a perceber a mudança e gritou:

- Calem a boca! Olhem a sua volta!

Os deuses então fizeram silêncio. E no silêncio puderam perceber, chocados, oque ocorria no Monte Olimpo. Aos poucos, tudo a sua volta estava desaparecendo.Uma bruma ia penetrando em todos os aposentos, em todos os cantos, todas as frestas. Quando a bruma se movia, eles percebiam que tudo tinha mudado. A bruma passou sobre uma mesa de festas, cheia de ambrosia e néctar e, quando saiu, simplesmente não havia mais mesa. Havia se tornado um tronco de árvore caído, com muitos galhos e algumas frutas em cima. Foi o maior silêncio da história do Olimpo. Com olhos arregalados e paralisados de medo, os deuses viram tudo o que era seu, desaparecer. Depois de alguns minutos atônitos, cada um correu para seus aposentos para tentar salvar o que podiam. Eles escondiam em trouxas e bolsos tudo o que podiam. Mas a bruma agia rápido. Em pouco tempo, estavam no cume de uma montanha comum. Coberta por uma floresta. Nada mais do suntuoso palácio existia.

Furioso, Zeus bateu com seu cetro numa rocha. Cada vez que ele batia um raio se formava no céu e se ouvia terríveis sons de trovoada. Logo uma grande tempestade caía do céu. Mas era tudo o que ele conseguia fazer. Não conseguia trazer o palácio de volta. Todos os deuses juntos tentaram usar seu poderes combinados para trazer de volta seu palácio. Nada conseguiram. Então Zeus, derrotado, falou aos seus súditos:

- Este é o dia mais infeliz da minha história. Nunca imaginei que tal dia pudesse existir quando conquistei o trono de Cronos. Não sou mais digno de reinar sobre vocês, já que não posso sequer garantir a nossa morada.

Atena, sempre a mais fria e calculista falou:

- As Moiras têm razão. Não podemos controlar nosso próprio destino. Não podemos mais sequer controlar o destino dos mortais. Só temos uma saída: devemos nos espalhar pelo mundo e novamente conquistar o coração dos homens. Não sei quanto tempo levaremos para reconquistar o que é nosso por direito. Mas não desistirei jamais de lutar.

Os deuses fizeram uma salva de palmas para apoiar as palavras de Atena. Ares então falou:

- Eu sou o Senhor da Guerra. Se os mortais não voltarem a nos adorar, verão conflitos nunca antes imaginados. O mundo inteiro entrará em guerra. Cidades inteiras desaparecerão em apenas um dia.

Afrodite discordou: - Não acho que este seja o caminho. O caminho para reconquistarmos os mortais é o do amor e a beleza. Devemos nos tornar tão belos e tão puros, que eles voltarão a nos amar.

- Não – disse Ártemis. – O caminho é a Natureza. Com a evolução da cultura, os homens se afastaram da Natureza. Temos que levá-los de volta aos animais, bosques e florestas. Assim eles voltarão a nos adorar e voltaremos a ter poder sobre eles.

Hefestos se pronunciou.  - Não, a única forma de trazê-los para junto de nósé a força. Devemos forjar armas nunca antes vistas. Com estas armas, os homens destruirão uns aos outros. No desespero que se seguirá, se voltarão para nós, nós então iremos salvá-los e voltaremos a ser fortes.

Hera era da opinião que o caminho era a política. - Devemos nos tornar líderes deles e depois obrigá-los a nos adorar.

Dionísio achava que deveriam fazer uma grande festa a base de muito vinho. Na embriaguez os mortais iriam voltar a acreditar neles. Deméter queria fazer várias alterações no clima, para tornar a agricultura mais difícil e fazer com que os mortais tivessem que recorrer aos deuses para ter comida. Não conseguiram chegar a um consenso. Cada um queria fazer uma coisa diferente, usando seus poderes. Ninguém era forte o bastante para convencer os outros a segui-lo. Desta forma, formaram-se várias facções. Athena, sempre mais esperta, percebeu que jamais chegariam a um denominador comum, e que, a partir de agora, cada um tinha que buscar o seu caminho. Mas tinham que permanecer unidos no propósito em comum. Então falou:

- Caros irmãos, jamais conseguiremos chegar a um acordo. Somos muito diferentes uns dos outros. Esta é a nossa fraqueza, e a nossa maior força. Então devemos nos dividir e cada um lutar com o que tem de melhor: nossa personalidade. Na primeira hora do primeiro dia de cada século, nos reuniremos aqui nesta montanha e discutiremos os progressos e estratégias de cada um para alcançar nosso objetivo. Espero que chegue logo o dia em que nos encontraremos neste local e não veremos mais apenas esta floresta e sim nosso palácio, com toda a nossa glória.

E assim, os Deuses se separaram, alguns em grupos, outros solitários, e todos olhando para trás, com uma esperança infantil de que tudo era uma brincadeira e a vida deles voltaria ao normal com as Moiras chegando pulando e gritando "SURPRESA!!!! FOI BRINCADEIRA!!!".

Infelizmente, isso não ocorreu...
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by Aline, Renata e Sandra

Introdução, Parte I - O Exílio



Olhos cegos viam um destino que jamais imaginaram.Uma das moiras, de tão surpresa, quase deixa cair a linha que fiava e em um gesto impulsivo e definitivamente incomum, especialmente se considerarmos que ela já tinha alguns milênios de existência, estende a mão para alcançar a mão fria e um tanto calosa de sua irmã. E então, ela notou, que aquela também estava trêmula. Ela não era a única, afinal de contas, a se afligir. Elas eram o tempo, o fiar incessante do tempo. Implacável? Ocasionalmente... Na verdade, na maior parte das vezes. Mas ainda assim tinham uma certa emoção, e este era o segredo mais bem guardado do mundo: elas tinham coração, ainda que ele não falasse com muita freqüência.

Mas aquilo, bom, aquilo era diferente.Por maior que fosse seu tempo de existência, os Deuses não eram como meros mortais, a quem a vida começa e termina antes mesmo que elas pudessem desenvolver algum tipo mais especial de apreço. Eles eram diferentes. Eles estiveram com elas desde... Bom, desde muito tempo. E agora, caberia a elas uma missão que todas preferiam não ter que executar. Um suspiro. E então, a notícia foi absorvida. Ao menos, a experiência lhes vinha em socorro. O que era para ser feito, seria feito. E elas eram as Moiras, afinal de contas. Elas o fariam. O tempo executaria a sua dança. Sua mudança. E para além da sabedoria de muitos dos antigos sábios, os Deuses não ficariam impunes com respeito a esta mudança.

Estrondos, relâmpagos e trovões repercutiam no céu a esmo. Na sala de reuniões do monte Olimpo, Zeus sentia as veias em sua testa inflarem, a sua mão doer pelo fortíssimo soco que dera na bela mesa de mármore, que não trincou apenas porque eraencantada. Um mortal não viveria diante daquela face irada. Ele abraçaria a morte como o mais fiel e devoto amante, apenas para não ver aquela face divina encolerizada àquele ponto. Ele temeria profundamente o que aquele ser pudesse fazer. No entanto, o trio cego, não por ser cego, mas por saber da inevitabilidade daquilo, nem ao menos se moveu.

- Como assim não podemos mais existir? Ficaram loucas?

Os Deuses presentes, embora em silêncio, ecoavam em pensamento as palavras do Pai de quase todos eles. Havia os que se tinham afastados, amedrontados pela proporção de ira que emanava de Zeus. Outros, apenas retorciam ao acaso as mãos,em uma dica de que a Medusa não tinha retornado do Hades e os petrificado, ali mesmo, com o seu olhar.

- Simples assim. Se ninguém acredita em vocês, vocês não existem - retrucaram as Moiras.

- Vocês não têm influência alguma sobre a nossa vida!! Servem apenas para controlar a vida dos mortais, não dos imortais!!!!

- Não controlamos nada. Você sabe perfeitamente que há um poder maior por trás de todos nós, algo que faz com que tudo aconteça. Somos apenas engrenagens, parte de um grande maquinário que faz o mundo girar. Fazemos apenas aquilo que fomos destinadas a fazer - retrucaram.

A palidez de Zeus era impressionante. Nunca ele parecera tanto com as antigas estátuas de mármore que antes adornaram a maravilhosa Grécia e hoje estão confinadas a museus espalhados por todo o mundo. Sentou-se lentamente em seu majestoso trono, arriando como quem leva um golpe mortal que não esperava, uma expressão de espanto e indignação no rosto.

- Zeus, a fé e a crença têm poder. O pensamento e a vontade são capazes de mover montanhas, desde que alguém realmente acredite que possa fazer isso. Os milagres acontecem justamente devido a essa força, que molda o desejo e a vontade das pessoas e os transforma em realidade, quer seja no plano físico ou espiritual. Sempre foi assim. É por isso que alguns mortais conseguem se comunicar com vocês e outros não.

Um silêncio sepulcral reinou por vários minutos na sala de reuniões de Zeus.Todos os deuses estavam perplexos, tentando assimiliar o que ouviram até então. É claro que todos sabiam disso, mas era algo que fazia parte deles, não paravam para pensar a respeito. Como a respiração dos mortais, era algo feito inconsciente e automaticamente. Ninguém pára pra pensar se está respirando ou não, apenas respira! E foi nesse clima que as Moiras se levantaram e lançaram sobre eles as terríveis palavras que temiam ouvir:

- O mundo mudou. Os mortais não mais os cultuam, adoram ou temem. Eram estes sentimentos que eles nutriam por vocês que os tornavam fortes. A partir de hoje, o Monte Olimpo deixará de existir e se tornará nada mais que uma lenda. Nada poderão levar, a não ser a sua coragem e determinação. O Monte Olimpo ficará suspenso no tempo, onde ninguém poderá entrar ou sair, inacessível a todos, imortais ou não.

- Desse momento em diante vocês viverão como mortais, tendo que cuidar de seupróprio sustento. Seus poderes também serão afetados. Cada um poderá manter apenas 3 dons: sua imortalidade e o dom natural que nasceu com vocês e que os caracteriza. O terceiro é o poder de conceder poderes aos mortais. Entretanto,este último só surgirá se o mortal em questão realmente acreditar na existência de vocês e se for seu protegido. E somente poderá ser usado uma vez a cada século.

As Moiras não estavam felizes com o trabalho que estavam realizando. Seus rostos expressavam o desalento e a tristeza que sentiam, mas nada podiam fazer. Não estava em suas mãos nada que pudesse mudar a situação.

- Sentimos muito... Mas infelizmente somos apenas as mensageiras dessa notícia tão desgraçada. Se não tiverem mais nada a dizer, nos retiraremos.

Os deuses, catatônicos, não conseguiam expressar nada, pensar em nada, fazer nada. Estavam literalmente em estado de choque. Apenas Athena conseguiu murmurar uma pergunta, com voz tão baixa que teve de repetir duas vezes para que pudessem escutá-la.

- Essa situação é irremediável?

As moiras se entreolharam, e a mais velha respondeu:

- Criança, esse exílio permanecerá até que as pessoas voltem a crer que vocês existem. Se uma parcela considerável do mundo todo voltar a acreditar nos Deuses Gregos e em tudo o que vocês representam, o Monte Olimpo retornará para esse plano de existência e vocês saberão que é tempo de voltar para casa. Mas ouso dizer que não será em breve... Atena limitou-se a concordar lentamente com a cabeça, raciocinando sobre a resposta. Após mais alguns minutos de silêncio, quando ficou evidente que mais ninguém sepronunciaria, as Moiras fizeram uma última reverência aos Deuses e deixaram a Sala de Reuniões, sem olhar para trás.
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by Aline, Renata e Sandra

Atena (Minerva), Ministra da Educação, Maria da Fé - MG

Nome: Athena ou Palas Athena (Minerva para os romanos). Atualmente adotou o nome de Minerva de Oliveira.
Local de Nascimento: Seu pai, Zeus, resolveu engolir Métis que era sua amante ao saber por uma profecia que um filho seu gerado por ela o destronaria. Ao término do período que equivaleria a uma gestação, Zeus foi acometido de uma violenta dor de cabeça. Ordenou que seu filho Hefestos abrisse seu crânio com um machado encantado. De dentro de sua cabeça saltou Atena completamente desenvolvida, senhora de si e armada da cabeça aos pés.
Local Onde Reside: Maria da Fé, MG
Descrição Física Atual: Mulher de beleza rara, magra e alta, tem um corpo muito bonito e sensual, levemente musculoso devido aos constantes treinamentos. Tem olhos azuis, cabelos lourose compridos. Continua virgem, e se veste de forma muito elegante e sóbria.
Personalidade: Deusa da sabedoria, da razão e da guerra estratégica. Protege também as atividades de navegação, agricultura, tecelagem e habilidades manuais. É muito simpática e atenciosa, embora fique completamente absorta e ignora tudo oque a rodeia quando está raciocinando sobre algum problema. Geralmente é benevolente e procura ajudar a todos aqueles que acredita merecerem. Raramente é injusta.
Relacionamentos: Nenhum, embora houvesse sido procurada por vários deuses, entre eles, Hefestos.
Filhos: Nenhum.
Hobbies: Tecer, jardinagem, treinar combates, jogar xadrez, artesanato e pintura.
Pontos Fortes: Sua sabedoria, jamais fôra derrotada em uma batalha pois tem Niké ao seu lado, imune às flechas de Eros e ao poder de sedução de Afrodite.
Pontos Fracos: Às vezes é vingativa
Armas: armadura, capacete, lança, escudo e espada.
Animais e/ou Plantas Sagrados(as): A coruja e a oliveira.
História Antiga: Sempre tomara o partido daqueles que lutavam pelas causas justas ou honradas, colocando-os sobre a proteção de Niké, a deusa do triunfo guerreiro, sua companheira constante e subordinada a ela. Auxiliou heróis famosos como Perseu, Hércules, Ulisses e Aquiles. Outro bem adquirido foi o cavalo Pégasus, que mais tarde foi encaminhado a um de seus protegidos, Belerofonte, o qual matou o monstro Quimera. Um exemplo de seu senso de vingança foi a transformação de Aracne em uma aranha, pois esta mortal ousou afirmar que tecia melhor que a própria Atena.
História Atual: Após a expulsão do Olimpo, Athena e Niké permaneceram inseparáveis. Com a vitória ao seu lado e seu execelente raciocínio, ela conseguiu acumular com o passar dos anos uma fortuna considerável. Ela e Niké moram juntas em uma casa maravilhosa que possui um jardim enorme e uma bela Oliveira que dá frutos todos os anos fica bem ao centro.Atualmente é Ministra da Educação e mantém a Wikipédia atualizada sob o pseudônimo de Edwiges. Tem um Helicóptero que a leva para Brasília sempre que necessário.
Protegidos(as): Daelya, Aina, Upson.
Cast: Cate Blanchett
Nome da Jogadora: Renata

Morgana, Proprietária do Herbário Erva Life's e Feiticeira

Nome: Morgana
Idade: 34.
Local de Nascimento: Tessália, Grécia.
Local Onde Reside: Tessália, Grécia.
Religião: Politeísta
Crença: Acredita nos antigos deuses gregos e pratica magia.
Reencarnação: Medéia, antiga feiticeira filha de Hécate e irmã de Circe.
Função: Proprietária do Herbário Erva Life's e feiticeira nas horas vagas.
Descrição Física: Bela e sedutora, estatura mediana (1,71), cabelo castanho escuro, olhos azuis, porte majestoso.
Personalidade: Extremamente segura, decidida e teimosa, não aceita aopinião de ninguém, apenas de sua irmã Circe. É vingativa, embora seja fiel e leal àqueles que ama ou que merecem sua ajuda. É uma mulher incrível e digna de receber todas as honras. Só não gosta que pisem noseu calo...
Relacionamentos: Jasão e Rei Egeu. Uma outra versão diz que se juntou a Aquiles nos Campos Elísios (quando Medéia). Atualmente nenhum.
Filhos: Feres, Mérmero e Medo (quando Medéia). Atualmente nenhum.
Hobbies: Plantar, cuidar de seu Herbário, fazer magia, ensinar, cantar,dançar e ler.
Pontos Fortes: É uma feiticeira muito poderosa, a maior que existe em toda a região. Consegue se comunicar com serpentes.
Pontos Fracos: Vingativa, geralmente usa seus poderes como instrumentode vingança.
História Atual: Nascida em uma família tradicional de feiticeiras da região, desde cedo demonstrou suas habilidades com feitiçaria. Sua irmã despertou sua consciência assim que ela reencarnou, por isso desde que nasceu ela já sabia quem fôra e resgatou todos os conhecimentos antigos. Graças a Circe reencontrou sua antiga aprendiz Eilan e voltou a ensiná-la a arte da Magia. Posteriormente a convidou para trabalhar consigo no Herbário.
Deus(a) Padroeiro(a): Circe.
Cast: Lynda Carter
Nome da Jogadora: Renata

Eilan, Vendedora do Herbário Erva Life's / Sacerdotisa de Circe, Tessália - Grécia

Nome: Eilan.
Idade: 24 anos.
Local de Nascimento: Tessália.
Local Onde Reside: Tessália.
Religião: Politeísta.
Crença: Acredita nos antigos deuses gregos e pratica rituais de magia.
Reencarnação: Eilan, antiga sacerdotisa de Hécate e aprendiz de feiticeira de Medéia na Tessália.
Função: Vendedora em uma loja de ervas (Erva Life's), aprendiz de feiticeira e Sacerdotisa de Hécate.
Descrição Física: Estatura mediana (1.68 m), magra e bonita. Cabelos e olhos castanhos. Seu olhar desconcerta a maioria das pessoas, pois parecem perscrutar a alma e o coração. 
Personalidade: Alegre e divertida com os poucos amigos, mas séria,compenetrada e responsável quando trabalha com magia. Tímida e humilde,sente-se profundamente envergonhada sempre que um rapaz a procura. É muito gentil com os clientes. 

Relacionamentos: Nenhum. 
Filhos: Nenhum. 
Habilidades: Tem a Visão e um dom especial para aprender e executar feitiços. Facilidade em lidar com serpentes e animais peçonhentos, pois consegue se comunicar com eles. 
Pontos Fortes: É uma feiticeira muito poderosa, principalmente na arte da cura. Sabe reconhecer ervas. É uma vendedora de mão cheia. 
Pontos Fracos: Esconde de todos que lida com a arte da magia, por isso está sempre evitando as pessoas e passa grandes momentos sozinha. Só se relaciona mais profundamente com os praticantes da Arte. 
História: Seus pais Maya e Electon são de família tradicional grega, que ainda cultua os deuses antigos porém em sigilo absoluto, já que a religião politeísta não é mais bem vista nem mesmo na Tessália.Tem dois irmãos, Adrianno (26) e Daelya (24). Devido à diferença de opiniões entre ela e sua família (exceto por Daelya), resolveu morar com sua Avó Demira desde os 11 anos. Vivia tranquilamente com ela em uma fazenda pequena perto da floresta de Pindo, na Tessália. Um dia, quando tinha doze anos teve um sonho com Circe que lhe pediu para procurar Morgana numa caverna próxima à floresta perto de sua casa. Quando acordou, dirigiu-se ao lugar indicado pela deusa. Morgana lá estava, esperando-a. Disse-lhe que ela tinha um grande poder mágico e muito antigo, e perguntou se gostaria de ser sua aprendiz novamente nesta vida. Eilan aceitou e passou a se encontrar regularmente com Morgana, escondida de todos, até que sua avó revelou ser uma feiticeira e que sabia dos encontros. Aos 16 anos descobriu que era reencarnação de uma outra Eilan, e que Morgana era a reencarnação de sua antiga mestra Medéia. Foi quando Morgana a convidou para trabalhar com ela em um herbário. Descobriu que podia se comunicar com animais peçonhentos quando Morgana lhe apresentou seus bichinhos de estimação. Sua grande beleza e sedução já lhe atraiu inúmeros pretendentes, mas nenhum conseguiu conquistar seu coração. Tem poucos amigos. Morgana, sua avó Demira e Cinthia, sua vizinha e melhor amiga. 
Deus(a) Padroeiro(a): Hécate. 
Cast: Natalie Portman.
Nome da Jogadora: Renata.

Daelya, Tradutora / Sacerdotisa de Athena, Atenas - Grécia

Nome: Daelya.
Idade: 21 anos.
Local de Nascimento: Tessália.
Local Onde Reside: Atenas.
Religião: Politeísta
Crença: Acredita nos antigos deuses gregos e pratica rituais antigos com sua família.
Reencarnação: Daelya, antiga sacerdotisa de Atena
Função: Tradutora grego-inglês, inglês-grego.
Descrição Física: Estatura média (1.70 m), magra e de corpo bem definido. É bonita, tem cabelo castanho escuro, longo. Seus olhos são azuis e transmitem a sensação de paz e confiança a todos os que a fitam.
Personalidade: Séria e compenetrada, quando está trabalhando, tem sempre um sorriso ou um carinho para aqueles que a procuram. Busca sempre ajudar a todos os que precisam. É uma grande amiga e leal, extremamente simpática. Porém quando pisam no seu calo...
Relacionamentos: Nenhum.
Flhos: Nenhum.
Hobbies: Tecer, fiar, comer azeitonas e cuidar de Gláucia, uma coruja que geralmente encontra quando anda pelos bosques perto de sua casa.
Habilidades: Costurar, entrar em contato com deuses (especialmente Atena), rapidez de raciocínio. Tem visões e sabe ler os sinais da natureza. Pratica artes marciais, extremamente habilidosa na esgrima e sabe atirar com armas de fogo. Facilidade para aprender idiomas.
Pontos Fortes: Contato com os Deuses, especialmente Atena. Conhece todos os ritos e mistérios em honra à Atena, e é a favorita da deusa. Seu carisma é inigualável. É muito inteligente e esperta. Além disso, é excelente esgrimista e lutadora corpo a corpo.
Pontos Fracos: Dificuldades em se manter apartada dos problemas daqueles que a procuram. Muitas vezes fica deprimida quando não pode fazer nada por eles.
História: Seus pais Maya e Electon são de família tradicional grega, os quais ainda cultuam os deuses antigos porém em sigilo absoluto, já que a religião politeísta não é mais bem vista nem mesmo na Tessália.Tem dois irmãos, Adrianno (26) e Eilan (24). Sempre teve visões desde pequena e vivia falando com os seres da natureza, mas achou melhor esconder seus dons. Apenas sua amiga Aina e sua irmã Eilan os conhece. Um dia, chorava desesperada em um bosque perto de sua casa, pois se sentia muito sozinha, quando encontrou uma anciã vestida em farrapos, que pediu ajuda. A velha estava faminta há vários dias. Aproveitando a ausência dos pais e irmãos, Daelya levou a senhora para casa e lhe serviu o melhor que tinham em casa. Porém continuava triste e desesperada, e não conseguiu conter suas lágrimas. Aproximando-se da garota procurando consolá-la,a velha lhe sugeriu que se dedicasse a Atena, como as antigas sacerdotisas, e que a Deusa iria protegê-la sempre e consolá-la. Ela aceitou o conselho depois de algumas semanas pensando sobre o assunto e passou a estudar os ritos antigos. Acabou descobrindo na Tessália, através de sua irmã, que ainda existia um grupo de mulheres que cultuavam Atena da forma antiga. Quando prestou seus votos descobriu que aquela boa senhora era nada mais nada menos que a própria Deusa!
Deusa Padroeira: Atena.
Cast: Alexandra Dadario
Nome da Jogadora: Renata