Nome: Svetlana (Lana)
Balmont Matysek.
Idade: 25 anos.
Local do Nascimento: Los Angeles – EUA.
Local onde Reside: Rio de Janeiro – RJ.
Religião: Politeísta.
Crença: Acredita nos Deuses
gregos, mas acha que alguns podiam ter um tanto mais de bom senso...
Reencarnação?:.Na Grécia Antiga foi
uma pitonisa de Apolo em Delfos.
Função: Produtora de cinema,
secretária particular de Apolo e pitonisa nas horas vagas.
Descrição Física: 1,75m, pele clara,
cabelo loiro com luzes castanhas, liso e comprido (sempre muito bem arrumado e
com cortes precisos), olhos azuis, pele clara. Bonita e sempre muito digna em
como anda e se porta.
Personalidade: Séria, muito séria.
Reservada e competente, analítica, pé no chão, de espírito e mente fortes e workaholic. Não vamos dizer que Lana não
tem senso e humor, mas ele está guardado, muito bem guardado, juntamente com
qualquer coisa que seja descontrolada e incoerente demais dentro de si.
Tem,
claro, suas paixões, mas são coisas tão queridas que guarda apenas para si.
Mantém coleguismo e relações amigáveis, mas não tem ninguém próximo o
suficiente. Ama seus pais, claro, e isso acaba sendo demonstrado pela forma
como se preocupa demais e corre atrás deles tentando diminuir o dano que essas
“crianças malucas” acabam fazendo. Quanto mais se preocupa, chateia e implica
com a pessoa, mais gosta dela.
Não
é preciso dizer que tirando seu trabalho e as obrigações que se auto-impõe, é
uma pessoa bem solitária, né? Mas para isso tem a música.
Tem
uma ótima cabeça e tato para artes e não vai segurar a língua se acredita que
algo está errado, é ruim ou precisa de melhorias. Ao mesmo tempo, elogios seus
são os mais sinceros.
Relacionamentos: Nenhum, jamais. Nem
quer, nem pretende. Aliás, foge. Tem fobia dessas coisas.
Filhos: Nenhum.
Hobbies: Assistir filmes,
ajudar na criação de roteiros, ler livros. Tocar piano e harpa. Praticar
esportes (especialmente tiro e arco e flecha). Dançar.
Habilidades: Premonição. Administração,
economia, direção/criação de roteiros (escrita). Música. Esportes. Arco e flecha/tiro.
Dança. Organização. Línguas. Yoga. Meditação.
Pontos Fortes: Dom da profecia, artes
(música, dança, avaliação artística). Tiro e arco e flecha. Presença forte,
passar confiança e facilidade de aprendizado. Trabalhar. Vibe de ser a melhor
ouvinte do mundo e confidente.
Pontos Fracos: Perfeccionista,
exige de si 200% em tudo. Séria e tensa demais, esquece de aproveitar muitas
coisas na vida, chegando a agir como uma velha ranzinza de 300 anos e não como
uma jovem de 25 anos.
História:
Svetlana
(ou Sveta, ou Lana, como preferir) acredita que nasceu por ironia karmica ou
erro divino. Seus pais são o extremo oposto do que ela sempre foi: sua mãe, uma
antiga mochileira que saiu da Hungria, filha de eslavos e russos, passou a
correr o mundo em busca da arte, liberdade de expressão e outros conceitos
hippie-modernistas.
Por
sorte era uma mulher criativa e habilidosa. Tinha uma expressão sem igual e
dons artísticos. De contato em contato, a mãe de Lana acabou chegando em
Hollywood, onde começou uma carreira como artista, vendendo obras (suas e de
outros) para artistas e participando de peças de teatro menos famosas. Chamava
atenção, era bela e tinha um sorriso que iluminava os lugares por onde passava.
Seja
qual foi o motivo, a mãe de Lana chamou atenção do pai de Lana (ninguém menos
que o próprio Deus Apolo) e da união.... nasceu uma pequena workaholic.
Uma
criança inteligente, que desde cedo pegava rapidamente conceitos, idéias,
sensos éticos e loucuras artísticas. Desde cedo tinha uma personalidade forte,
um senso de “Meu Deus meus pais são loucos.” E uma responsabilidade para com
tudo e todos que sabe-se lá de quem ela herdou.
Svetlana
foi aluna aplicada, interessada e curiosa. Tinha seus momentos fofos e lúdicos,
adorava imitar coreografias de videoclipes na TV e fazer playback das músicas
que tocavam no rádio... mas tudo na segurança de sua casa, de preferência do
seu quarto... Sem ninguém olhando.
Sim,
era um tanto tímida, e nessa timidez cresceu para ser uma mulher LINDA mas sem tempo
para pensar nisso. Vestia-se (e ainda veste) roupas sérias, feitas sob medidas
e que dão um ar de garota estudiosa, secretária dos fetiches alheios e
executiva que pode ter mais poder que seu chefe dentro de alguns poucos anos.
O
romance de seus pais não durou tanto quanto ela gostaria. Muito provavelmente
essa instabilidade familiar, as incertezas e falta de estrutura que
impulsionaram Lana a criar sua própria
força e estabilidade.
Sua
mãe não sofreu com a separação e focou seu tempo livre em seu trabalho, suas
pinturas, ela tinha um bom senso melhor que Apolo, e por isso, Lana passou a
acompanhar mais e mais seu pai.
A
princípio era uma carência afetiva disfarçada de necessidade em aprender mais
sobre o mundo dos filmes. Depois, bem, eles criaram uma rotina bem dependente:
Lana gostava de ser necessária e seu pai precisava de alguém para colocar seus
pés no chão e dar aquele reality check
sem medo de retaliações.
Formou-se
em administração e roteiro e direção. Fez cursos diversos e aos poucos
tornou-se uma secretária de mãos cheias com licença para porte de armas.
Quando
Apolo mudou para o Brasil, Lana veio com ele. Mora no triplex do pai na Urca,
mas tem seus próprios apartamentos aqui e ali graças aos seus próprios esforços
(tanto em Hollywood quanto naquelas novas terras).
Deus(a) Padroeiro(a): Apolo.
Cast: Katheryn Winnick.
Jogadora: Taty

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