Aina - Historiadora, São Paulo - SP

Nome: Aina.
Idade: 25 anos.
Local do Nascimento: Atenas – Grécia.
Local onde Reside: São Paulo – São Paulo.
Religião: Politeísta.
Crença: Devota cega de Athena. Acredita, não... Sabe da existência de Deuses antigos. No entanto, Athena é, normalmente, aquela a quem Aina buscará consolo, ajuda e iluminação.
Tem todo um respeito por alguns tantos dos outros Deuses.
Aina pratica rituais de cunho religioso particulares de sua família.
Reencarnação?: Pallas, amazona que serviu por um tempo como braço direito a Penthesilea (filha de Ares e rainha amazona).
Função: Historiadora. Trabalha como curadora/arqueóloga de museu (em treinamento).
Descrição Física: 1,78m, com o corpo definido e ágil. Cabelo castanho, levemente ondulado, comprido até pouco antes da metade das costas. Olhos azuis claros, intensos, sérios e focados. É bem bonita, mas se tem noção disso ou se importa, não demonstra. Não costuma ser vaidosa e sempre utiliza roupas prezando conforto e praticidade, não apelo físico. Tem três furos em cada orelha (usa brincos mais discretos e argolas pequenas).
Personalidade: Uma jovem que sempre foi séria demais para a própria idade e com um rancor pelas escolhas dos pais. Aina veio de uma família rígida e cheia de expectativas em se tratando de tradições. Essa pressão/cobrança, esse senso de dever, acabou sendo assimilado por ela, mas se você perguntar diretamente a respeito, ela rejeitará a ideia de que tem mais dos pais do que gostaria, ou que cobrança que faz a si mesma é excessiva.
É séria, confiável, fidelíssima quando encontra seu nicho e seus amigos, mas é fechada e tímida demais (muito muito tímida) para conseguir se encaixar com novas pessoas.
É educada e simpática. Definitivamente não é expansiva, mas possui presença e força quando se encontra confiante.
Estudiosa, esforçada, ficaria horrorizada se não atingir as expectativas de alguém que admira ou gosta (só não conseguiu uma úlcera hoje me dia por milagre divino). Cobra nada menos do que o ideal que criou na sua própria cabeça do que é aceitável ou não como resultado das coisas que faz – curiosamente, com os outros, está longe de ser assim. É uma garota estressada demais por nada.
Muito pé no chão e direta, evita mentiras (não que não omita coisas, alias, sabe omitir muito bem) e acaba, por vezes, se esquecendo de respirar fundo e relaxar ou sonhar ou fazer coisas bobas. Ciumenta, sua irmã constantemente a compara com Ursula, a sua cadela samoyeda que é igualmente territorial, manhosa e ciumenta... Aina detesta a comparação.
É uma pessoa forte, resistente. Parece estar sempre calma, smooth e tranquila (mesmo que pordentro seja turbulenta e complicada cheia de coisinhas e emoções). Se algo a incomoda, a coisa fica corroendo por dentro até ser impossível de se controlar.
Mas não queira vê-la, de fato, brava – é uma dessas coisas que raramente acontecem, mas quando acontecessem...
Se conseguir sair de sua ostra particular, saberia aproveitar uma boa festa e não teria medo de fazer algumas loucuras...
Relacionamentos: Bem... teve algo, alguém, complicada chamada Dariea. Mas não vamos falar disso.
Filhos: Nenhum.
Hobbies: Ler, treinar/se exercitar, visitar parques, andar pela cidade. Visitar locais históricos. Escalar estátuas, árvores e coisas altas. Jogos de carta (sabe contar cartas). GO, Mahjong e xadrez. Motos. Plantar (especialmente batatas).
Habilidades: Combate armado e desarmado (artes marciais). Esportes. Cuidado com itens antigos e avaliação dos mesmos. Manutenção de armas brancas. Jogos de raciocínio. Vigorosa.
Pontos Fortes: Corrida, combate e análise de situações (reconhecer pontos fracos, por exemplo). Sabe utilizar armas brancas (em especial lança, escudo e martelo). História. Concentração e força de vontade. Vigor e esportes.
Pontos Fracos: Reservada, fechada e pronta demais a se sacrificar por um bem maior, não ligando para sua saúde ou condição física resultante de um sacrifício. Foge de um destino que nasceu para seguir. Interações sociais e amorosas (é simpática, mas não consegue sair fazendo amigos por aí). Cozinhar algo além de batatas e sanduiches. Ignorar seu passado, temer seu futuro. Orgulhosa e ciumenta. Aina foge de tudo que poderia leva-la ao mesmo fim que seus pais, tem pavor de Oráculos e absolutamente odeia a ideia de Destino.
História:
Seus pais foram heróis.
Essa afirmação é o maior peso que Aina carrega nos dias de hoje. Seus pais foram GRANDES heróis, desses que salvavam vidas em situações que a maioria das pessoas não teria ideia acontecessem. Conquistaram riquezas. Serviram Deuses, foram exemplares e admiráveis... e morreram.
A parte de morrer tirou toda a glória da situação aos olhos de Aina. O que significa fama e vitórias se, no auge da sua vida, você morre e deixa para trás duas crianças? Ela era nova, com seus 11 para 12 anos, e ficou particularmente revoltada com o mundo, com a vida, a morte e até mesmo com as divindades que cresceu acreditando.
Enquanto sua mãe estava grávida, foi atrás de um Oráculo. Era costume cada membro da família ter seu Deus particular, aquele a que teria mais afinidade, aquele para qual a criança se dedicaria.
A resposta do Oráculo foi simples, precisa e sem pestanejar: Athena, mas Aina apenas se voltaria para ela depois de um tempo de grande dificuldade.
Seus pais deram a luz à garota em Atenas, praticaram seu ritual de batizado embaixo de uma oliveira, ungiram a garota com óleo de olivas... Enfim, apresentaram sua caçula para a Deusa da sabedoria e pediram por sua proteção.
Aina cresceu e até os 10/11 anos, sua vida eram rotinas dignas de espartanos com tanquinhos no filme 300: combates, estratégias, exercícios, mais exercícios, corridas no parque, introdução a armas brancas, rituais de adoração... Aina não reclamava, não tinha base de comparação de “infância comum”, mas também não teria do que reclamar, saberia se defender se alguém chegasse folgando na escola...
Não que isso acontecesse... ela não chamava lá muita atenção nem fazia parte de grupinhos algum. Foi escolha própria, juro (ou pelo menos isso que ela dizia). Preferia manter sua distância depois de algumas experiências ruins ao ter se aberto com alguém e seus segredos (por mais infantis que fossem) serem espalhados por aí.
Curiosamente, por um bom tempo de sua infância ficou conhecida como “aquela filha de macumbeiros” graças à língua solta de sua coleguinha a respeito da devoção dos pais de Aina a mais de um Deus (aparentemente Xena, a princesa guerreira não era tão popular assim para esclarecer dúvidas daquelas crianças a respeito dos costumes gregos).
Com a morte dos pais, Aina se fechou mais. Ficou arrasada, desesperada e sem rumo. Nos primeiros meses, entrou em depressão e mal falava ou comia. Sua irmã a levou (sequestrou, really) para Grécia a fim de levarem as cinzas dos pais para o lugar que mais amavam (e para tirar a cabeça de Aina da situação). A paisagem paradisíaca, as belezas serenas de alguns dos cantos mais reclusos que as duas visitaram, ajudaram Aina a sair de seu estado sem-vida, mas foi apenas quando chegaram ao templo de Athena, onde havia sido batizada, que ela finalmente reencontrou algo perdido. Foi um clique e uma nostalgia estranha. E assim como o Oráculo previu, nasceu uma devota da Deusa.
Aina sempre teve (basicamente, porém, não exclusivamente) apenas duas amigas próximas e estava satisfeita com isso: sua irmã mais velha (que ajudou em sua criação) e Daelya, com quem trocava correspondências e passou a visitar após a ida de sua irmã para a Grécia.
Como boa aluna que era, entrou cedo na faculdade, formou-se em História, faz pós em arqueologia e conseguiu um emprego no museu da cidade, na sessão de Relíquias Clássicas. Também ajuda na tradução de manuscritos, pergaminhos e desenhos antigos em itens recém-descobertos.
Participou recentemente de sua primeira escavação arqueológica e mora sozinha em um apartamento relativamente grande. A casa que viveu com sua irmã e pais está em seu nome, mas só é utilizada para treinos no galpão e plantações no jardim.
Deus(a) Pai/Mãe: ?????
Cast: Olivia Wilde.
Jogadora: Taty

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